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Campo Grande volta a ter classificação de bandeira vermelha no Programa Prosseguir

Em nova avaliação sobre a situação da Covid-19 em Mato Grosso do Sul, Campo Grande e Dourados, as duas maiores cidades do estado, pioraram. Pelos atuais dados do programa Prosseguir, a capital, que estava na bandeira laranja, volta para a vermelha e Dourados, vai para cinza, que é a situação mais crítica.

De acordo com o programa Prosseguir, quase todos os municípios do estado estão em bandeira vermelha. Poucos estão na laranja, outros estão na amarela e nenhum na verde.

O programa Prosseguir avalia seis indicadores e recomenda o que pode e o que não pode na cidade, de acordo com a bandeira que foi classificada. É colocado ponto para cada item e, de acordo com o resultado da somatória, o município recebe a classificação.

Entre os itens avaliados estão a quantidade de mortes, a ocupação de leitos de UTI e a eficiência na vacinação. Campo Grande recebeu pontuação baixa nos dois primeiros indicadores e a máxima no último.

Com a piora na situação da Covid pela avaliação do Prosseguir, Campo Grande volta a ter toque de recolher entre 21 e 5h. O atual era entre 22 e 5h. Pela recomendação do programa, somente serviços essenciais e de baixo risco poderiam funcionar normalmente.

Dourados também mudou o toque de recolher, mas, por enquanto, somente de hoje até sábado (29), das 20 às 5h.

Em Amambai, que também foi para a bandeira vermelha, o toque de recolher passa a começar às 19h e vai até às 5h. Apenas trabalhadores essenciais e situações caracterizadas como emergência poderão circular nas ruas. O município ainda implementou, no decreto, uma espécie de “lei seca” aos finais de semana, com a proibição do consumo de bebidas alcoólicas em todos os estabelecimentos comerciais, incluindo mercados e supermercados.

O Prosseguir avalia indicadores semanalmente, mas a atualização da bandeira é a cada 14 dias. A análise é feita de acordo com dados alimentados pelos municípios, com orientação e validação de técnicos da Organização Pan-americana de Saúde.

*Por G1 MS

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